GDPR - Regulamento Geral de Proteção de Dados

Atualizado 29/7/18 ​por Customer Success

Publicado em 2016 pela união europeia o GDPR - Regulamento Geral de Proteção de Dados - (General Data Protection Regulation) tem por objetivo criar um novo regime de proteção de dados, aplicável a todas as organizações estabelecidas na Europa e, dependendo das circunstâncias, também fora dos limites desse território.

Qual a aplicação prática? 

Se aplica a todos que comercializam bens e serviços junto a Estados-membros da EU. É muito abrangente e afetará quase todas as organizações baseadas neste território, bem como todas as organizações que atuam na UE, mesmo com sede no exterior. Assim, empresas privadas ou públicas brasileiras, que possuem relacionamento com clientes ou parceiros europeus, terão que respeitar o novo regulamento. Então, desde as grandes instituições à pequenas plataformas de e-commerce, se há coleta e/ou tratamento de dados pessoais de um indivíduo que está no território da União Europeia, de forma relacionada à oferta de bens ou serviços, ainda que fornecidos gratuitamente, haverá sujeição às normas do GDPR.

Quais vertentes para os negócios fora da Europa?

Existem várias possibilidades, como resultado, as empresas devem esperar que a regulamentação seja rigorosamente aplicada. Portanto, em maior ou menor grau de incidência, todas as empresas que coletam, armazenam ou processam dados de cidadãos da UE, independentemente do volume, estarão sujeitas à aplicação da norma.

A InEvent se enquadra nesse cenário?

Sim, estamos entre os grandes fornecedores de tecnologia para eventos, desde aplicativos a plataforma de registro e armazenamento de grandes quantidades de dados.

A InEvent está preparada para cumprir a GDPR?


Sim, estamos constantemente atualizando a nossa plataforma, com dispositivos de segurança não só para gerir o armazenamento, mas também garantir que atendemos aos mais rigorosos padrões de qualidade.

É desta forma estamos nos preparando para essa nova realidade que deve afetar positivamente o controle em massa de dados, estruturar o compliance em matéria de privacidade e proteção de dados além de reforçar a mudança de mentalidade corporativa nesse sentido, afim de adotar uma maior abertura e transparência na coleta, uso e tratamento de dados pessoais. 

Nesse sentido trata-se de enxergar além das multas e demais penalidades e entender que a conformidade a tais regras extrapola as perdas financeiras para alcançar outros valores, como reputação e confiança do consumidor. Não é apenas uma questão de segurança de dados, de leis ou de tecnologia, mas uma questão empresarial que deve ser tratada de forma holística e comprometida, inserida nas estratégias de cada negócio.